segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A CORRIDA DOS SAPINHOS

Era uma vez uma corrida de sapinhos.
Eles tinham que subir uma grande torre e, atrás havia uma multidão, muita gente que vibrava com eles.
Começou a competição.
A multidão dizia:
Não vão conseguir, não vão conseguir!
Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um deles que continuava subindo.
E a multidão continuava a aclamar:
Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir!
E os sapinhos iam desistindo, menos um, que subia tranqüilo, sem esforços.
Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele.
Todos queriam saber o que aconteceu, e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, descobriram que ele era SURDO.
Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise de coragem não deve escutar as pessoas que falam que você não vai conseguir.
Seja surdo aos apelos negativos!

A ARROGÂNCIA DO PODER

Postado por Paulo Coelho em 28 de janeiro de 2010 às 05:15
Mestre e discípulo conversavam numa esquina, quando uma velha os abordou:

“Saiam da frente da minha vitrine!”, gritou a velha. “Vocês estão atrapalhando os fregueses”.

O mestre pediu desculpas, e mudou de calçada.

Continuaram a conversa, quando um oficial aproximou-se.

“Precisamos que o senhor se afaste desta calçada”, disse o oficial. “O conde irá passar por aqui daqui a pouco”.

“Que o conde use o outro lado da rua”, respondeu o mestre, sem se mover.

Depois se virou para seu discípulo:

“Não esqueça: jamais seja arrogante com os humildes. E jamais seja humilde com os arrogantes”.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

51 ANOS DA MORTE DE BERNARDO SAYÃO


Depoimento do filho de Bernardo Sayão, publicado no Correio Braziliense.


Bernardo filho era muito pequeno quando o pai fundou a Colônia Agrícola de Ceres, no começo dos anos 1940. Suas lembranças mais vívidas são da construção da nova capital. Entre 1956 e 1957, Bernardo Sayão foi o único diretor da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) que efetivamente se mudou para Brasília, além do presidente da empresa, Israel Pinheiro. Os demais vinham e voltavam para o Rio de Janeiro.

Depois que Juscelino o convidou para ser diretor da Novacap, Bernardo Sayão ligou para a mulher, dona Hilda, que morava em Goiânia, e avisou: “Arruma as malas que amanhã cedo um caminhão vai aí buscar a mudança”. Com ele era assim. Tudo para agora e já.

Os Sayão (dona Hilda e os filhos Fernando, Bernardo, Lia e Lilian) foram morar numa pequena casa de madeira numa rua à qual o engenheiro deu o nome de Rua do Sossego, tudo o que ele não tinha. Nos primeiros meses, a família ficava em Goiânia durante a semana e vinha para a Candangolândia aos sábados e domingos — oito horas de jipe para ir e outras oito para voltar. No começo de 1957, mudaram-se definitivamente para Brasília. As crianças foram estudar na escola que o pai mandara construir com sobras das madeiras das obras do Palácio da Alvorada, e Sayão foi abrir a Cidade Livre e organizar o modo de vida dos primeiros candangos.

“Ele era muito alegre, muito forte. Onde chegava, aglutinava simpatia. Era persistente. Quando tinha um projeto, ficava cego para as outras coisas”, lembra Bernardo filho. Menos para a família e para os amigos. Com razoável frequência, por volta das 6h, ele acordava os filhos, os amigos dos filhos, os filhos dos amigos dele, punha todos na Rural Willys e os levava para mergulhar na barragem da Granja Tamanduá, uma das que surgiram para servir de moradia aos diretores da Novacap. “Uma das coisas de que ele mais gostava era de mergulhar nos rios. Pra onde ia, levava um calção”.

Quando 1958 chegou, Bernardo Sayão trocou o projeto da construção de Brasília por uma aventura muito mais arriscada: abrir a rodovia Belém- Brasília. De pronto, percebeu que as máquinas eram vagarosas para derrubar uma castanheira, por exemplo. Decidiu então que essa era uma tarefa para homens. “Queriam fazer uma concorrência internacional, porque dizia-se que o Brasil não tinha competência para abrir uma estrada na selva. Meu pai botou três tratores emprestados do Dergo (Departamento de Estradas de Rodagem de Goiás), um paralelo ao outro, e mandou que eles abrissem as picadas, um quilômetro por dia. ‘E o tratorista que olhar pra trás está demitido’, ele dizia.” E ria, gargalhava, como faz o filho ao contar a história.


Nos tempos do início da construção da capital, Bernardo Sayão entre os filhos: a partir da esquerda, Lea, Bernardo, Fernando, Lia e Lilian
Roxo de tristeza
Até que na madrugada de 16 de janeiro de 1959, Bernardo filho, os irmãos e a mãe foram acordados na casa da Rua do Sossego com a notícia de que o desbravador de estradas havia sofrido um terrível acidente. Dona Hilda sentiu que era muito mais grave: “Ele morreu?”. Desse dia em diante, Bernardo Sayão deixou de ser um homem admirado para ser um herói brasileiro e sobre ele começaram a surgir lendas, como cabe a alguém que expande as qualidades que um ser humano pode ter. “Meu pai era capaz de se reunir com os diretores da Novacap e depois almoçar marmita com os candangos. Pra ele era a coisa mais natural do mundo.”

Pela primeira e única vez durante os três anos e 10 meses da construção, não se ouviu o ronco de nenhum trator, o martelar de nenhum prego. Toda a cidade parou para se despedir de seu herói. “Depois que nos avisaram da morte do meu pai, não me lembro mais de nada. Tinha gente demais. Mas uma coisa eu guardei: foi o discurso do candango. Depois que todo mundo falou, chegou a vez do Juscelino. Quando ele terminou de falar, um candango de roupa azul, carregando três flores do cerrado nas mãos, se aproximou e pediu a palavra: ‘Presidente, o senhor me dá licença?’. O cerimonial tentou afastá-lo, mas Juscelino não deixou. Cada flor que trazia nas mãos tinha uma cor. Só me lembro de ele dizer que a roxa representava o sentimento dos candangos. Depois que ele terminou seu discurso, ficou aquele silêncio. Nunca me esqueço.”

Com a morte do pai e do marido herói, a família Sayão percebeu que estava órfã de afeto, de proteção e de patrimônio. O engenheiro dos muitos feitos não se preocupara em engordar a conta bancária. Não tinha carro, não tinha casa, não tinha ações, tinha apenas uma fazenda em Goiás. “No primeiro mês depois da morte dele, não tínhamos dinheiro para comer, mas nunca faltou nada pra gente. Aonde a gente ia as portas se abriam com enorme facilidade.”

O nome mítico passou a proteger os Sayão até que eles pudessem recomeçar a vida. Os dois filhos mais velhos, Fernando e Bernardo, foram trabalhar na Rodobras, a empresa que construíra a Belém-Brasília. Depois, foram admitidos na Caixa Econômica Federal. Dona Hilda foi trabalhar com dona Sarah Kubitschek nas Pioneiras Sociais. A família passou a receber pensão. Bernardo filho não se esquece do dia em que um funcionário do pai, Gaúcho, veio de Goiânia e deixou uma Rural Willys verde, de teto branco, na porta da casa dos Sayão. “Dona Hilda, é pra vocês. Vocês não têm carro.” Dona Hilda morreu em 2002.

Bernardo Sayão deixou seis filhos. Lea e Lais, do primeiro casamento. Fernando, Bernardo, Lia e Lilian, do segundo. Cinquenta e um anos depois de sua morte, o engenheiro da floresta, das estradas e dos rios ganhou 13 netos e 18 bisnetos (desses, 17 são mulheres). Exceto Lea, Lais, Lilian e seus filhos e netos, os demais moram em Brasília. “Temos de cuidar muito bem desse nome”, diz Bernardo filho. “Meu pai era um idealista, tinha uma visão estratégica para o desenvolvimento do Brasil, isso é o mais importante de tudo.”

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

REFLEXÃO

A fé consciente é liberdade.
A fé instintiva é escravidão.
A fé mecânica é loucura.

A esperança consciente é força.
A esperança emocional é covardia.
A esperança mecânica é doença.

O amor consciente desperta o amor.
O amor emocional desperta o inesperado.
O amor mecânico desperta o ódio.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

2009, ANO DE CRISE OU DE ÓCIO?



Depois das escolas elaborarem os calendários letivos, do ano escolar, dá para verificarmos, quanto o tempo é valioso. Veja bem:

Em janeiro tivemos um feriado na quinta-feira, dia 1º de janeiro que teve a sexta-feira engolida no meio do caminho.

Em fevereiro, teremos a segunda e terça-feira de carnaval – 23 e 24/02.

Em abril, teremos a sexta-feira da paixão, dia 10/04 e Tiradentes dia 21, numa terça-feira, onde a segunda estará naturalmente asfixiada entre o domingo e o feriado.

Em maio, na primeira sexta-feira do mês, dia 1º, teremos o dia do trabalho, e em junho, dia 11/05, quinta-feira será dia de Corpus Christi e por natureza brasiliana ganharemos a sexta-feira de prêmio.

Em setembro, dia 4/9, aniversário da cidade, será sexta-feira e o dia da independência do Brasil, dia 7/9, será segunda-feira. Sem comentários.

Em outubro, o dia da criança e de Nossa Senhora, será na segunda-feira, dia 12/10.

Em novembro, o dia de finados, 02/11, será segunda-feira, e o dia da Consciência Negra, 20/11, será sexta-feira.

Em dezembro, o natal será na sexta-feira.

Pois é, são 8 feriados nas segundas e sextas-feiras. 4 feriados nas terças e quintas, num total de 12 feriados oficiais em pleno dia útil. Como no funcionalismo público e bancário, os feriados são emendados quando são em dias como quinta-feira e terça-feira, então teremos mais 4 dias, totalizando 16 dias ao todo. Temos ainda 57 finais de semana [sábado e domingo], que darão 114 dias. Somados aos 16 dias do feriado, temos 130 dias. Como temos 30 dias de férias, vão para 160 dias de puro ócio em 2009.

Restam então apenas 205 dias de trabalho. Se você reparar bem, são somente 7 meses de trabalho, o resto é só alegria. Serão 5 meses de sombra e água fresca.

Reclamar de crise pra quê? To poooodeeendo!

CONVERSANDO COM SHAKESPEARE



Pérolas de um gênio...

"
A melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo.

Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha,
mas toda felicidade e crescimento
ocorre quando você esta escalando-a;
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Não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito.
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O meu amor eu guardo para os mais especiais.
Não sigo todas as regras da sociedade
e às vezes ajo por impulso.
Erro, admito.
Aprendo, ensino.
Todos erram um dia: por descuido, inocência ou maldade.
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Não basta apenas soerguer os fracos; devemos ampará-los depois.
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Nunca reveles com facilidade o teu pensamento, nem executes nunca o que bem não tenhas ponderado.
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Não, não deixes teu pescoço aos grilhões da sorte. Mas deixa tua mente destemida cavalgar triunfante sobre todos os azares.
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Ria e o mundo rirá com você. Chore e você chorará sozinho.
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Algumas quedas servem para que levantemos mais felizes.
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Eu aprendi, que tudo o que precisamos, é de uma mão para segurar e um coração para nos entender.
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Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...
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Aceita o conselho dos outros, mas nunca desistas da tua própria opinião.
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A paixão aumenta em função dos obstáculos que se lhe opõe.
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Chorar sobre as desgraças passadas é a maneira mais segura de atrair outras.
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Chorar é diminuir a profundidade da dor.
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Os covardes morrem várias vezes antes da sua morte, mas o homem corajoso experimenta a morte apenas uma vez.
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O casamento faz de duas pessoas uma só, difícil é determinar qual será.
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Os homens deviam ser o que parecem ou, pelo menos, não parecerem o que não são.
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Sabemos o que somos, mas não sabemos o que poderemos ser.
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O que não dá prazer não dá proveito. Em resumo, estude apenas o que lhe agradar.
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Não existe o bom ou o mau; é o pensamento que os faz assim.
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O sábio não se senta para lamentar-se, mas se põe alegremente em sua tarefa de consertar o dano feito.
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O destino é o que baralha as cartas, mas nós somos os que jogamos.
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É um péssimo cozinheiro aquele que não pode lamber os próprios dedos.
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A mágoa altera as estações e as horas de repouso, fazendo da noite dia e do dia noite.
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O passado e o futuro parecem-nos sempre melhores; o presente, sempre pior.
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Em nossas loucas tentativas, renunciamos ao que somos pelo que esperamos ser.
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Considero o mundo por aquilo que ele é: Um palco em que cada um deve recitar um papel, e o meu, é um papel triste.
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Os que muito falam, pouco fazem de bom.
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Os velhos desconfiam da juventude porque já foram jovens.
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O Demônio não soube o que fez quando criou o homem político; enganou-se, por isso, a si próprio.
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Muito embora seja honesto, não é aconselhável trazer más notícias.
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Duvida da luz dos astros,
De que o sol tenha calor,
Duvida até da verdade,
Mas confia em meu amor.
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Eu aprendi que para se crescer como pessoa e preciso me cercar de gente mais inteligente do que eu.
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Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.
Portanto, plante seu jardim e decorre sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
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Não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
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Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.
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Eu aprendi que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nos precisa de um amigo brincalhão para se divertir junto.
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Aprendi que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos.
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Lembrar é fácil para quem tem memória. Esquecer é difícil para quem tem coração.
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Aprendi que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
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Um dia você aprende
que verdadeiras amizades
continuam a crescer, mesmo a longa distância.
E o que importa não é o que você tem na vida,
mas quem tem na vida...
aprende que não temos que mudar de amigos,
se compreendermos que os amigos mudam...
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Aprendi que são os pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espetacular.
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Não é digno de saborear o mel
aquele que se afasta da colméia
com medo das picadelas das abelhas.
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Se você se sente só,
é porque ergueu muros
em vez de pontes
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Deus não fez tudo num só dia; o que me faz pensar que eu possa?
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O Amor não é considerado um erro,
mas sim algo inevitável.
Por que se existe alguém que passou na vida e não amou,
não viveu,
só passou.
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Há pessoas que entram por acaso em nossas vidas...
mas não é por acaso que elas têm o privilégio de permanecer.
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Quando a boca não consegue dizer o que o coração sente
o melhor é deixar a boca sentir o que o coração diz.
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O egoísmo unifica os insignificantes.
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É melhor ser rei de teu silêncio do que escravo de tuas palavras.
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Quase sempre as mulheres fingem desprezar o que mais vivamente desejam.
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Um dia você descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
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Nem palavras duras nem olhares severos devem afugentar quem ama; as rosas tem espinhos e, no entanto, colhem-se
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A sabedoria e a ignorância se transmitem como doenças; daí a necessidade de se saber escolher as companhias.
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Um homem inteligente pode transformar-se num joão-bobo, quando não sabe valer-se de seus recursos naturais.
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Os solteiros ricos deveriam pagar mais impostos. Não é justo que algumas pessoas sejam mais felizes que outras.
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O poder é a escola do crime.
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Se o fim é doce, que importa se o começo é amargo?
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Se o amor é cego, nunca acerta o alvo.
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Os verdadeiros amigos não são aqueles que nos enxugam as lágrimas mais sim os que não as deixam cair
"
William Shakespeare

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

ESSA É BOA